Klebsiella Pneumoniae Carbapenemase (KPC) nas infecções relacionadas à assistência a saúde
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.17486722Palavras-chave:
Klebsiella pneumoniae, Infecção Hospitalar, Resistência Bacteriana, KPCResumo
Introdução: A resistência bacteriana, especialmente aos carbapenêmicos, é um grave desafio para a saúde pública mundial. Klebsiella pneumoniae produtora de carbapenemase (KPC) se destaca entre os microrganismos multirresistentes responsáveis por infecções hospitalares, devido à sua alta capacidade de disseminação e resistência a múltiplos antibióticos. Essas infecções são associadas a altas taxas de morbidade e mortalidade, principalmente em pacientes imunocomprometidos ou em unidades de terapia intensiva (UTIs). Objetivo: Este estudo visa ampliar o conhecimento sobre Klebsiella pneumoniae produtora de KPC e sua relação com as Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS). Materiais e Método: Foi realizada uma revisão integrativa da literatura, com a seleção de artigos publicados nos últimos 10 anos em bases como PubMed, LILACS e SciELO, além de documentos de órgãos como a OMS e o Ministério da Saúde. Os artigos foram analisados criticamente quanto à metodologia, relevância e contribuições para o tema. Resultados: Fatores como o uso excessivo de antibióticos, procedimentos invasivos e internações prolongadas contribuem para a disseminação de infecções por Klebsiella pneumoniae produtora de KPC, especialmente em UTIs. Medidas preventivas, como a higienização das mãos e o controle rigoroso de infecções hospitalares, mostraram-se eficazes na redução da propagação. Contribuição Científica: Este estudo contribui para a compreensão das práticas preventivas eficazes e destaca a importância da conscientização e da formação contínua dos profissionais de saúde. Também aponta lacunas no conhecimento sobre triagem e tratamento, sugerindo áreas para estudos futuros. Conclusão: O aumento das infecções por Klebsiella pneumoniae produtora de KPC representa um grave problema de saúde pública. Intervenções eficazes, como controle rigoroso da higiene hospitalar e triagem precoce, são essenciais para reduzir as taxas de infecção e mortalidade. Mais pesquisas sobre os fatores de risco são necessárias para aprimorar as estratégias de controle e prevenção.
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